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Enquanto a rastreabilidade bovina e bubalina já é uma realidade, planeja-se o desenvolvimento de um plano para rastrear a cadeia de aves. Espera-se que sejam tratados desde a produção dos avós até os pintinhos de corte, granjeiro que criou o lote, ração e insumos utilizados até o frigorífico. Porém, diferentemente dos bovinos, a identificação dos animais será por lote e não individualmente. Para isso, é necessário que os animais de um mesmo lote tenham a mesma idade, origem e sejam alojados sob condições idênticas, em uma mesma unidade de produção ou aviário. A proposta é que o banco de dados registre, inicialmente, pelo menos nove informações. 1. Origem dos lotes de matrizes que originou o ovo, local de postura, idade, linhagem, status sanitário da matriz, drogas utilizadas, mortalidade/idade e desempenho zootécnico; 2. Visitas técnicas realizadas no lote e parecer técnico; 3. Partidas e lotes de vacinas; 4. Medicações terapêuticas, nome do produto, partida, idade, período de carência, responsável técnico; 5. Data de alojamento dos pintos; 6. Taxa de crescimento das aves (peso X idade); 7. Incubatórios com rastreabilidade para a origem do ovo, data de postura, data de incubação, performance de incubação, vacinas utilizadas, local e horário de nascimento, horário de entrega e condições sanitárias de incubação, nascimento, armazenagem e entrega; 8. Mortalidade na vida do lote e suas causas; 9. Controle das partidas de ração recebidas e consumidas.
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