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Entenda por que as embalagens para proteínas animais em porções menores vêm fazendo tanto sucesso

Entenda por que as embalagens para proteínas animais em porções menores vêm fazendo tanto sucesso

O mercado de alimentos no Brasil tem sido destino de grandes investimentos, sendo um dos que mais cresce. Ao mesmo tempo, o mercado de embalagens vem passando pela mesma transformação com a abertura de novas empresas, melhoria dos processos de produção e criação de novas embalagens.

Seguindo essa tendência, nos últimos 20 anos, o peso médio das embalagens para proteínas caiu pela metade, contribuindo positivamente para o meio ambiente e para a qualidade de vida da população. Além disso, consumidores estão ficando cada vez mais exigentes quanto à forma em que seus alimentos são acondicionados, garantindo maior qualidade e manutenção das propriedades de seus alimentos. Mas será que tais embalagens são seguras?

Panorama das ultimas tendências em embalagens para proteínas

Foi-se o tempo em que o consumidor ia ao açougue ou ao supermercado para comprar 2 kg de carne moída, ou meia dúzia de costeletas suínas. Atualmente os clientes buscam tamanhos menores de embalagens para proteínas, que lhes permitam consumir determinado alimento de uma única vez. Isso acarretou na criação de mais tamanhos e tipos de embalagem para carnes bovina e avícola, muitas das quais permitem que o alimento seja preparado na própria embalagem.

Segundo a Plastivida (empresa com engajamento relacionado à produção de embalagens sustentáveis), a redução no peso médio das embalagens caiu de forma considerável por terem plásticos em sua composição – e isso pode ser muito significativo.

Significativo porque contribui positivamente para o meio ambiente e para a qualidade de vida da população, já que viabiliza a redução das emissões de dióxido de carbono (grande destruidor da camada de ozônio e gerador do efeito estufa), uma vez que o transporte de produtos em embalagens plásticas (que são mais leves) exige menos combustíveis, reduzindo, portanto, as emissões de gases poluentes.

Desenvolvimento de novas embalagens para proteínas

Visando atender as necessidades da população mundial e a segurança alimentar, a cadeia produtiva das embalagens plásticas, que vai desde o desenvolvimento de materiais, até a elaboração das embalagens, a cada dia traz ao mercado novos produtos que garantem cada vez mais qualidade aos alimentos a serem embalados, por mais tempo.

Dentre diversas embalagens para proteínas, o desenvolvimento do EPS (no Brasil conhecido como IsoporⓇ* – *marca registrada da empresa Knauf Isopor) em embalagens menores, vem recebendo grande atenção por conta da leveza e versatilidade.

O EPS também apresenta capacidade de isolamento térmico e resistência ao impacto, o que promove benefícios como a proteção, preservação da qualidade e maior durabilidade dos produtos embalados, características fundamentais de embalagens para proteínas animais. Estas novas embalagens trazem qualidade de vida ao consumidor, além de economia por conta da redução das perdas. Porém, muitos clientes e profissionais ainda são descrentes quanto a qualidade dele.

Para isso, a Plastivida solicitou ao Cetea/Ital (Centro de Tecnologia de Embalagem e Instituto de Tecnologia de Alimentos), um estudo completo que teve o objetivo de esclarecer e reforçar as informações acerca do EPS, com foco em segurança de alimentos, para a população em geral e, principalmente, para os profissionais da área de saúde, tais como médicos (endocrinologistas, pediatras etc), toxicologistas, nutricionistas e nutrólogos.

O estudo acerca do EPS

O estudo solicitado pelo Comitê de EPS da Plastivida resultou em um relatório que ressalta as propriedades e características das embalagens de EPS, usadas como embalagens para proteína animal.

O documento reafirma que este tipo de embalagem é inerte, extremamente leve, não contém CFC e HCFC, não contamina a água, ar e solo, não causa danos à camada de ozônio e nem contribui para formação de gases do efeito estufa na disposição final.

Em relação à segurança alimentar, constatou-se que o EPS é bastante seguro, estando autorizado para que seja usado em contato direto com alimentos pelas legislações específicas do Brasil, Mercosul, União Europeia e Estados Unidos. Por esta razão, elas podem ser utilizadas para todo tipo de proteína animal, garantindo a qualidade desejada por muito mais tempo.

Do ponto de vista ambiental, o estudo também ressalta os aspectos ambientais da destinação das embalagens de EPS pós-consumo que, por ser um plástico 100% reciclável, deve ser descartado corretamente pelos consumidores e destinados à reciclagem para compor novos ciclos produtivos.

​​​​​​​Se você atua na área de proteína animal, certamente utiliza muitas embalagens. Aproveite este nosso conteúdo e conheça outras tendências da área de proteína animal no nosso canal de conteúdo

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